quarta-feira, setembro 27, 2006

Mona Lisa Smile

Assisti hoje, pela segunda vez, o filme O Sorriso de Mona Lisa. A história retrata a chegada de uma professora (Julia Roberts) a mais nomeada universidade para moças, Wellesley University. Assumir tal cargo certamente era o topo mais alto que a personagem Katherine poderia alcançar profissionalmente. Um sonho, hã? Mas nem tudo é o que parece ser, não é mesmo? Ao chegar lá a jovem professora descobriu o quão retrógrado um sistema pode ser, mesmo nas instituições mais renomadas. O brilhantismo e inteligência da jovem foram considerados extravagantes demais para a época e assim, aos poucos, seus atos foram podados e criticados até que um dia ela partiu. Mas antes disso, Katherine conseguiu tocar o coração de suas alunas, plantando a semente de seu idealismo em cada uma. Hoje, me senti Katherine! Me senti a frente de tudo aquilo que tenho em mãos e muito para trás das coisas que sei que tenho capacidade de conquistar. As limitações têm me contaminado com a preguiça e acomodação. Como se a chama estivesse apagando, entende? Mais do que nunca percebo que minha ‘turma especial’ está se formando dentro de um mês e quem venha agora a mudança dos ventos. Providenciarei mais lenha para a minha chama, me libertarei das teias que me limitam e prendem e não olharei mais para frente, pois “o horizonte é uma linha imaginária que se afasta quando nos aproximamos”. De agora em diante olharei para cima, pois é de lá que virá a resposta quando eu estiver em conflito. Agora é hora de me arrumar, pois a partida está próxima. Até lá.

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